Quando começamos a trabalhar e recebemos o primeiro "contra-cheque" tomamos um susto ao ver o montante expressivo de descontos (FGTS, INSS, Contribuição Sindical, etc).
De todos estas contribuições compulsórias a que mais me incomodava era o FGTS pois era um investimento financeiramente horroroso. Você era obrigado a contribuir com um Fundo que não obtinha lucro e ainda por cima lhe remunerava à uma taxa de 3.0% + TR que sequer cobria a inflação (historicamente).
Além disso o saque só era possível em condições extremamente restritas como doenças graves, demissão sem justa causa ou compra de imóvel.
Este cenário mudou radicalmente neste ano primeiramente pela liberação do saque das contas inativas que disponibilizou R$ 44 bilhões aos trabalhadores brasileiros e agora quando menos se esperava outra boa notícia vindo do mesmo tema; dado que o FGTS obteve lucro em 2016 todos os trabalhadores que possuíam saldo no Fundo em 31 de dezembro de 2016 receberão um depósito de uma parcela dos R$ 7 bilhões dos lucros que serão distribuídos.
Para calcular quanto pingará na sua conta do FGTS basta pegar o saldo de dezembro do ano passado e multiplicar por 1.93%.